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Uma empresa ou organização socialmente responsável, tem um compromisso para com a comunidade, quer do ponto de vista da preservação ambiental, quer do bem-estar das pessoas e do espaço económico onde atua.

A adoção de práticas socialmente responsáveis representa muitas vantagens para o negócio em si. As empresas que tornam pública a sua preocupação com a comunidade, por exemplo, conseguem conquistar elevados níveis de confiança junto dos consumidores.

Apresentamos cinco boas razões para a sua empresa se tornar socialmente responsável.

O volume de negócios da empresa cresce

As empresas que seguem de forma ativa estratégias de responsabilidade social e não traçam meramente objetivos financeiros, obtêm crescimento no seu volume de negócios. Esta estratégia pode ser verdadeiramente compensadora. Segundo a lista “Fortune 500”, elaborada pela revista Forbes e divulgada recentemente, as empresas que estão nos primeiros lugares deste ‘ranking’ conseguem ter um melhor resultado global ao unir o sucesso financeiro a uma boa estratégia de responsabilidade social. Conseguiram, assim, aumentar o volume de negócios, mantendo os interesses da comunidade local na sua missão empresarial.

Aumenta o reconhecimento da marca

Quando as empresas se tornam mais dinâmicas em contribuir de forma positiva para a sociedade, o seu esforço é reconhecido. Com o impacto cada vez mais forte que as redes sociais causam na imagem das marcas, possuir uma imagem positiva junto dos consumidores é determinante. Assim, quanto mais uma empresa se envolver com a comunidade, mais rapidamente os consumidores avaliam essa empresa de uma forma positiva. Apoiar causas, participar de forma ativa na sustentabilidade ambiental e efetuar um esforço para realizar ações de marketing impulsionadas por uma causa social, são apenas alguns exemplos de estratégias que podem ser implementadas pela sua empresa e que têm a consequência positiva de estreitar os laços diretos com a comunidade de consumidores.

As vendas aumentam e obtém mais clientes

Ter um bom produto ou um bom serviço já não é suficiente para conseguir atrair e seduzir consumidores. De acordo com um estudo do Grupo Cone Communications e da Echo Research, publicado recentemente, 90% dos consumidores inquiridos revelaram que são mais leais e capazes de confiar numa empresa socialmente responsável do que em empresas que não apresentam estas caraterísticas. Por isso, as empresas que não dão a conhecer a sua estratégia de responsabilidade social podem estar a perder consumidores.

Alguns estudos mostram ainda que existe uma relação direta entre o comportamento dos consumidores e as políticas de responsabilidade social das empresas. Segundo a consultora Do Well Do Good, 60% dos consumidores admitem adquirir um novo produto se a causa social que apoiassem fosse a mesma que a apoiada pela marca. Neste mesmo estudo, 38% dos inquiridos admitiu ser capaz de penalizar uma marca se soubesse que ela era pouco participativa socialmente ou que fazia poucos donativos.

O respeito dos colaboradores da empresa aumenta

Não são apenas os consumidores que notam o impacto causado por uma boa estratégia de responsabilidade social. Os colaboradores de uma empresa que adotem esta postura perante a sociedade, também refletem os mesmos sentimentos. Se a empresa não adotar as políticas necessárias, para se tornar socialmente responsável e inclusivamente pactuar com comportamentos menos éticos, muitos dos colaboradores poderão não se identificar com a empresa, o que poderá refletir-se nos seus níveis de empenho e de produtividades.

Isola a competição

A responsabilidade social possui uma correlação direta com a opinião pública e pode afetar de forma determinante a opção do consumidor, entre marcas competitivas entre si. Atualmente, com o ativismo a conquistar cada vez mais espaço, seja ele positivo ou negativo, nas causas sociais o número de empresas que tentam transmitir uma mudança positiva nas suas ações é cada vez maior, e com isso colocam-se um passo à frente dos seus players. Significa isto, que é então importante que o processo de produção dos seus produtos ou serviços esteja certificado eticamente, de maneira a não deixar que os seus concorrentes aproveitem uma falha sua para aumentar as vendas.

Respeitamos o United Nations Global Compact

A Dreamer Consulting em todos os projetos em que se envolve, divulga, partilha e respeita o United Nations Global Compact.

“O United Nations Global Compact é uma iniciativa na área da cidadania empresarial, que teve a sua origem numa proposta do anterior Secretário-geral da ONU, Kofi Annan, no ano 2000. Assenta em dez Princípios fundamentais, sobre as áreas dos direitos humanospráticas laboraisproteção ambiental e anticorrupção e visa promover o compromisso público e voluntário das empresas em cumpri-los.

Os seus dez Princípios baseiam-se em declarações universalmente aceites, nomeadamente a Declaração Universal dos Direitos Humanos, a Declaração da Organização Internacional do Trabalho relativa aos princípios e Direitos Fundamentaise a Declaração do Rio sobre Ambiente e Desenvolvimento. O UN Global Compact tem um caráter puramente voluntário e centrado no diálogo e na aprendizagem. Procura concretizar os seus Princípios no seio de organizações de todo o mundo.

Como forma de demonstração da sua concordância face aos 10 Princípios UNGC, as empresas elaboram e publicam anualmente a sua Communication on Progress (COP), um relatório onde divulgam as suas atividades em prol destes princípios, o que se torna bastante útil na partilha de boas práticas e políticas entre os subscritores.

Hoje, o UNGC é um vasto movimento que conta já com milhares de empresas subscritoras em todo o mundo, organizadas em redes localizadas. Trabalhando em conjunto com outras agências da ONU, o UNGC está totalmente empenhado na Agenda 2030 e na concretização dos ODS. Ao nível das organizações do setor privado (business sector) o UNGC incentiva a responsabilidade social, através da promoção do diálogo e da cooperação multistakeholder para negócios com mais impactes positivos e minimização dos impactes negativos sobre os trabalhadores e suas famílias, no ambiente e na comunidade.”

Fonte: United Nations Global Compact

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